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Notícias

[ Veja perfil de empregado que as empresas buscam]

Veja perfil de empregado que as empresas buscam

Resultados, inovação, paixão e trabalho em equipe estão em destaque. As palavras mais citadas pelas companhias mostram que, em um mercado de trabalho competitivo e cada vez mais exigente em relação a qualificações, o candidato apaixonado pelo que faz, com visão e capacidade de inovar e conseguir resultados é o mais valorizado. Mas ele também precisa ter identificação com a cultura e os valores da empresa e também saber trabalhar em equipe. Veja abaixo o que cada empresa respondeu: Ambev - Identificação com a cultura da empresa - Espírito empreendedor - Profissionais que gostem de ambiente informal, onde o talento de cada indivíduo é valorizado Andrade Gutierrez - Integrado e se reconhecer na cultura da empresa - Disponível para mudanças e desenvolver múltiplas funções - Autodesenvolvimento - Dedicado às pessoas Avon - Visão de negócio e processos - Líder que fomenta a diversidade - Capacidade de execução para entrega de resultados Bosch - Capacidade de liderança - Orientação para resultados e para o futuro - Cooperação - Comunicação - Visão generalista Boticário - Alinhado com os valores da organização - Capacidade de aprendizagem - Estimulado pela busca constante por melhorias Braskem - Objetividade - Determinação - Criatividade e inovação - Perfil alinhado com os valores da empresa - Disposição para aprender, evoluir e superar resultados Camargo Correa - Formação sólida - Boa capacidade de adaptação (disponibilidade de mudar de regiões) - Comprometimento com a qualidade e inovação Diageo - Perfil não conformista, que assuma riscos e procure transformação para a evolução individual e em equipe - Perfil que explore todo seu potencial e busque a superação, investindo no - autodesenvolvimento para entregar resultados cada vez melhores - Afinidade com a cultura da companhia -Flexibilidade - Dinamismo - Agilidade - Otimismo e bom humor - Paixão pelo que se faz - Busca constante pela inovação Electrolux - Empreendedor - Com autonomia - Atitude positiva - Foco em resultados - Habilidade para construção de relacionamento interpessoal e rede de alianças - Visão sistêmica: capacidade de entender o impacto dos resultados na empresa Gerdau - Comprometimento - Orientação para resultados, ou seja, pessoas que buscam desafios e instigam a si mesmas e aos demais para atingi-los com consistência - Busca por aperfeiçoamento constante por meio do autodesenvolvimento - Profissionais que valorizem o trabalho em equipe, atuando de forma integrada entre as diversas áreas. - Profissionais que atuam de acordo com os valores da empresa Heineken - Busca por novos desafios - Apaixonado por nossas marcas - Responsável com a sociedade e consumidores Itaú Unibanco - Paixão pela performance, mantendo o cliente como prioridade - Trabalho em equipe, de forma ágil e descomplicada - Que sonhe grande, tendo a inovação como inspiração Nestlé - Curioso - Questionador - Agilidade de aprendizagem - Cooperação proativa Procter & Gamble - Liderança - Flexibilidade - Pensamento analítico - Capacidade de comunicação oral e escrita - Paixão por resultados - Propriedade - Honestidade Roche Farmacêutica - Inovação - Bom humor - Transparência Souza Cruz - Alta performance - Inovação - Comprometimento Ticket - Pessoas que se adequem à cultura da organização e à área com a vaga - Pessoas com competências individuais relacionadas à gestão do conhecimento, relacionamento interpessoal, trabalho em equipe e inovação - Conhecimento técnico e competências relevantes para a posição Via Varejo - Dinâmico - Flexível para lidar com imprevistos do mercado e ágil para tomar decisões - Dedicado - Prático - Gerador de resultados sustentáveis Votorantim Cimentos - Profissionais com visão estruturada de futuro - Que construam laços de confiança e com coragem para encarar desafios e propor soluções. - Pessoas apaixonadas, com senso de dono, que querem a cada dia fazer melhor, e o fazem com disciplina e com uma mente serena White Martins - Perfil inovador - Perfil que goste de desafios - Dinâmico Fonte: G1

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[ Por que o inglês é importante na busca por um novo emprego]

Por que o inglês é importante na busca por um novo emprego

Descubra porque o idioma é tão requisitado pelas empresas Mesmo com um bom currículo e experiência invejável, sem domínio do inglês as chances de conseguir um emprego são pequenas. Pesquisas mostram que quem fala inglês pode ganhar de 30% a 50% mais do que quem tem qualificações equivalentes, mas não possui fluência no idioma. Preste atenção 1) Falar, escrever, ler outro idioma, enriquece qualquer currículo. 2) O ideal é fazer um teste para verificar como está seu inglês. 3) Faça cursinhos que têm prestígio no Brasil e em outros países. Levar a sério o curso e ter pelo menos duas aulas presenciais na semana são um bom caminho. Complemente com mais duas horas em casa para exercícios, leitura de revistas e livros, filmes sem legenda e muita música para habituar o ouvido com a língua. Procure um curso confiável e recomendado por aqueles que já têm inglês. Fazer direitinho o curso como deve ser, no prazo de dois anos você certamente estará com um inglês intermediário, falando com certa desenvoltura e pronto para se arriscar numa entrevista de emprego. Enriqueça o seu currículo, fale inglês e tenha uma carreira de sucesso! Fonte: Blog Julio Cardozo

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[ Chefes preferem funcionários que escolhem entrar mais cedo no trabalho]

Chefes preferem funcionários que escolhem entrar mais cedo no trabalho

Em um novo estudo sobre políticas de trabalho flexível, pesquisadores da Foster School of Business, da Universidade de Washington, descobriram que as pessoas que escolhem trabalhar mais cedo são percebidas como melhores empregados por seus chefes do que aquelas que preferem entrar mais tarde. Atualmente, uma boa parte dos negócios americanos oferece algum tipo de horário de trabalho não tradicional, como semanas reduzidas ou horários flexíveis, política que permite aos funcionários começar e terminar o dia de trabalho em horários variados. Esses modelos têm se mostrado populares entre empregados e companhias. Horários flexíveis facilitam o convívio com a família e com os amigos e se adaptam melhor ao estilo de trabalho de cada um. Pesquisas também mostram que práticas de flexibilidade em geral levam a aumento de produtividade, maior satisfação no trabalho e diminuição nas intenções de buscar outro emprego. Ainda assim, uma questão paira sobre essa tendência: os empregados que obtêm vantagens com políticas de trabalho flexível também incorrem em desvantagens para a carreira? Os autores do estudo, o doutorando Kai Chi (Sam) Yam e os professores de gestão Ryan Fehr e Christopher Barnes, configuraram três experimentos para testar as percepções dos gestores em relação ao uso de horário flexível. O primeiro determinou que, em média, as pessoas fazem uma associação natural implícita — ou seja, não consciente — maior entre os conceitos de “manhã” e “dedicação” do que entre os conceitos de “noite” e “dedicação”. Um estudo de campo explorou o impacto dessa inclinação em ambientes de trabalho e em avaliações produzidas por supervisores reais. Mesmo com o controle das horas trabalhadas, empregados que começavam a trabalhar mais cedo foram avaliados por seus supervisores como mais meticulosos e dedicados, e consequentemente receberam avaliações de desempenho melhores. Um experimento final simulado confirmou a tendência. Participantes fazendo o papel de supervisor foram chamados a avaliar empregados fictícios cujos desempenhos eram idênticos — a única diferença era o horário de trabalho. Os supostos gerentes consideraram os empregados que trabalhavam das 7h às 15h mais dedicados e com melhores resultados que os que tinham expediente das 11h às 19h. Essas conclusões indicam que alguns empregados têm experimentado redução em suas avaliações de desempenho que nada tem a ver com a performance de fato. Isso poderia culminar em menos aumentos e promoções. O coautor do estudo Kai Chi (Sam) Yam sugere que líderes seniores deveriam educar os supervisores para conscientizá-los da tendência de estereotipar os “corujas noturnas” como menos produtivos que os “pássaros madrugadores”. Ele adiciona ainda que as empresas deveriam implementar práticas de avaliação baseadas em critérios objetivos que não permitam preconceitos implícitos — como o favorecimento da manhã — para incrementar suas conclusões. E quanto aos empregados devotos da flexibilização de horário? Yam reconhece que os trabalhadores se sairiam melhor se deslocassem sua rotina adaptável para as primeiras horas do dia. Porém, mais que se submeter à percepção favorável sobre os madrugadores, ele propõe que os empregados fomentem uma discussão dos horários de trabalho com seus supervisores com o intuito de deixar claro que a hora em que se começa a trabalhar é algo secundário. “De uma forma ou de outra, os líderes das equipes devem aceitar que as pessoas que usam a flexibilidade de horário para começar seu dia mais tarde não necessariamente são mais preguiçosas que os colegas madrugadores”, diz Yam. “Do contrário, as políticas de horário flexível que satisfazem tanto empregados como empregadores serão vistas como becos sem saída nas carreiras e evitadas.” (Edson Valente | Valor) 

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